Nos últimos tempos, a taxa de mudanças e actualizações do Facebook tem sido alucinante. Mal nos habituamos a uma funcionalidade, surge outra nova, se achamos que já conhecemos as regras, na semana seguinte muda tudo outra vez. Esta política de tentativa e erro é, para manter o tom do texto educado, uma tremenda dor de cabeça para quem gere páginas de Facebook. Talvez o objectivo seja esse, manter os social media managers em permanente estado de alerta, sempre prontos a saltar pelo aro ao mínimo estalido do chicote.
Um dos últimos anúncios feitos pelo Facebook diz respeito à actualização do algoritmo do feed de notícias que, através de uma análise factorial, irá garantir que o conteúdo de qualidade tem sempre prioridade em termos de visibilidade (podem ler mais aqui). Uma boa notícia? Na teoria sim mas, na prática, custa-me um pouco a perceber se um pedaço de código, por mais sofisticado que seja, conseguirá perceber se o conteúdo que me está a chegar, neste momento, tem qualidade suficiente para me fazer interagir com ele ou, até, se é merecedor de dois segundos de permanência no meu feed de notícias.
11 setembro 2013
mais uma actualização, mais uma voltinha
27 agosto 2013
O Facebook é o pai de todos os males!
Não sei se é da época de férias mas parece-me que está a aumentar a tendência para publicar artigos que demonstram a relação entre uma série de maleitas psíquicas e as redes sociais - com especial ênfase para o Facebook, conforme podem ler aqui. A ansiedade, a inveja e a competição desmedida continuam a liderar a tabela mas, certamente, a lista ainda tem espaço para crescer bastante nos próximos meses.
As redes sociais digitais trouxeram-nos inúmeros benefícios, contando-se entre os mais importantes a possibilidade de contacto e interacção entre redes sociais fragmentadas, reflexo de uma globalização imposta à força que nos levou a redefinir as dinâmicas sociais e a forma como nos relacionamos. A semelhança entre as histórias não é pura ficção: todos temos um amigo que foi para longe e com quem mantemos contacto através do Facebook, a interacção que era quase diária é substituída por meia dúzia de Likes, uns quantos comentários e, com sorte, um almoço anual que coincide com uma visita de médico à pátria saudosa.
09 agosto 2013
Buffer, cada vez gostamos mais de ti!
Quando comecei a levar isto das redes sociais mais a sério (exigências da profissão), decidi adquirir o Socialite, uma aplicação muito interessante pensada para todos os que gostam de estar em vários sítios ao mesmo tempo. Acompanhar os tópicos do momento e disparates aleatórios no Twitter, estar em contacto com os amigos no Facebook, comentar uma foto no Flickr e receber as últimas actualizações dos meus blogs preferidos, tudo sem sair da mesma janela, foi, sem dúvida, o ponto mais forte que me fez ficar fiel ao Socialite. No entanto, utilizar uma ferramenta deste género mostrou-me que, quando alguém partilha uma enxurrada de conteúdos (como as 150 fotos tiradas no aniversário da filha ou os 30 tweets de um acordar difícil - fruto, digo eu, da sensibilidade digital de uma carrinha de caixa aberta!), a probabilidade de entrarmos em pânico por excesso de informação aumenta exponencialmente.
01 agosto 2012
vintage: post/poet
POST (POET na versão portuguesa) é o acrónimo de um método apresentado por Josh Bernoff, que propõe uma abordagem sistemática para a elaboração de estratégias de comunicação digital ( na vertente de Social Media), considerando quatro componentes fundamentais:
- People (Pessoas): avaliar a actividade social dos clientes.
- Objectives (Objectivos): decidir o que queremos atingir.
- Strategy (Estratégia): planear como irão mudar as relações com os clientes.
- Technology (Tecnologia): decidir quais as tecnologias sociais a usar.
{Dúvidas? Sugestões? Fiquem à vontade para se fazerem ouvir nos comentários!}